R$ 12 mil para tornar a casa digital

Para deixar a sua casa com um estilo “high-tech”, o brasileiro precisa investir 9,5 salários na compra de televisor, câmera digital, home theater com DVD, smartphone, notebook e videogames. A conclusão é da terceira pesquisa “Índice Casa Digital”, realizada pela Marco Consultora, especializada em serviços de marketing sob medida para mercados de alta competitividade.

Como a pesquisa toma por base a renda média mensal do brasileiro, que é de R$ 1.274,00 (segundo o IBGE), equipar uma casa para deixá-la “digital” custa R$ 12.103,00. No levantamento anterior, realizado em maio do ano passado, eram necessários 7,5 salários.

“O aumento na cesta de produtos neste levantamento pode ser explicado pelo índice de inflação ser maior que o aumento de salários, que no atual contexto de crise mundial, com a desvalorização das moedas locais, crescem em dólares a um ritmo mais lento que o preço de novos produtos”, diz Henrique de Campos Jr., gerente de Market & Business Inteligence da Marco Consultora.

Dos produtos mais caros da casa digital, em primeiro lugar estão televisor e câmera digital (que comprometem 3,5 salários); notebooks (2,5 salários), videogame (1,4 salário), pelo home theater-DVD (1 salário) e smartphone (0,9 salário). “A entrada da TV Digital no País e o conseqüente lançamento de TVs que suportam a nova tecnologia fez os preços destes aparelhos terem uma forte elevação”, observa Campos.

Colômbia: casa digital mais barata da região

O “Índice Casa Digital” também foi calculado na Argentina, no Chile, na Colômbia e no México. Em todos os países, a exemplo do Brasil, a quantidade de salários necessários para alcançar a casa digital subiu. A Colômbia, onde o estudo é feito pela primeira vez, é o país onde é mais fácil montar a casa digital, sendo necessário apenas 7,07 salários.

Já a Argentina segue sendo o país em que é preciso mais salários: 13,81. Por outro lado, em relação à edição anterior do estudo, é o país que apresentou o menor aumento para adquirir a cesta de produtos, subiu 1,4 pontos. No Brasil subiu 2 pontos; no Chile 2,5 pontos; e no México 3,1 pontos. Na Colômbia não há comparação, pois é a primeira edição do estudo.

Fonte: B2B Magazine

Publicado por Marcus Vinícius

Consultor e Desenvolvedor WEB/VOIP, atua em projetos pela Innovus desde 2003, focado no desenvolvimento de soluções de telefonia IP utilizando o software Asterisk. Contribuidor ativo dos portais VoIPCenter, AsteriskOnline e AsteriskBrasil.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.