15 out
Postada por: Marcus Vinícius Categorias: VoIP
Elevação do Ebitda para R$ 132 milhões com margem de 38% é registrada no trimestre de início da portabilidade numérica e da estréia da empresa no Nordeste.
A GVT S.A. (Bovespa: GVTT3; Reuters: GVTT3.SA e Bloomberg GVTT3:BZ), primeira operadora de telecomunicações, banda larga e Internet listada no Novo Mercado da Bovespa que atua sob as marcas GVT, POP e VONO, fechou o terceiro trimestre (3T08) com receita líquida de R$ 347,4 milhões, um crescimento de 34,1% na comparação com o mesmo período do ano passado, e alta nos indicadores que demonstram a rentabilidade da operação. Da receita líquida total, R$ 315,6 milhões estão relacionados ao negócio principal da empresa – são serviços baseados nas linhas em serviço da GVT e voltados para seus próprios clientes que cresceram a uma taxa de 40,5% em relação ao terceiro trimestre de 2007. O Ebitda (Resultado antes dos Juros, Imposto de Renda, Depreciação e Amortização) cresceu 42,1%, totalizando R$ 132 milhões, e a margem Ebitda teve elevação de 2.2 pontos percentuais, fechando em 38%.
Em 30 de setembro de 2008, a GVT chegou a 1,74 milhão de linhas em serviço, das quais 203.483 foram adicionadas à base entre julho e setembro, número 166,4% maior que no mesmo trimestre do ano anterior. “Batemos sucessivos recordes em aquisição de clientes nos últimos três trimestres e agora, com os ótimos resultados da primeira fase de implantação da portabilidade numérica, aumentamos ainda mais o ritmo de crescimento. Isso nos consolida como alternativa relevante ao consumidor que busca melhores serviços de telecomunicações e Internet banda larga”, afirma o presidente da GVT, Amos Genish.
A visão da GVT de buscar a liderança na oferta de serviços de próxima geração – que envolvem Internet banda larga, transmissão de dados para empresas e Voz sobre protocolo Internet (VoIP) – nos mercados-chave do país é evidenciada nos resultados. A penetração de banda larga na base de clientes da empresa no varejo (residencial e pequenas e médias empresas) atingiu 66%, com 401.884 linhas instaladas, das quais 81,3% com velocidades de 1Mega e acima. Somente a banda larga representa 16,5% da receita líquida da empresa no período.
No segmento voltado ao atendimento de grandes corporações, o volume de receita proveniente dos serviços de transmissão e transporte de dados para empresas cresceu 159,1% na comparação com igual trimestre do ano anterior. Geograficamente, o maior crescimento no segmento corporativo é proveniente de São Paulo e Rio de Janeiro, com uma variação positiva de 59,9% no trimestre. Somando todas as linhas de serviços de próxima geração, a participação sobre a receita líquida da companhia cresceu 78,3%, atingindo R$ 96,9 milhões, o correspondente a 27,9% do total.
O resultado líquido da GVT foi de R$ 9,6 milhões negativos em função da influência da valorização de 20,3% do dólar em relação ao real registrada entre 30 de junho e 30 de setembro de 2008. A variação cambial é contabilizada para apropriação no resultado, mas não há saída de recursos de caixa no período. O impacto no resultado ocorreu porque parte da dívida de longo prazo da GVT – aproximadamente 75% – é indexada pela moeda norte-americana e o compromisso da empresa é pagá-la em junho 2011. “A flutuação cambial, gerando impacto negativo no resultado da companhia, é reflexo da crise macro-econômica mundial e não tem relação com o desempenho operacional da GVT. Além disso, apesar do resultado negativo de R$ 9,6 milhões, demonstramos lucro líquido nos primeiros nove meses do ano de aproximadamente R$ 80 milhões”, avalia Genish. O lucro líquido no acumulado do ano cresceu 3,3 vezes em relação a 2007.
Para sustentar o crescimento, a empresa investiu R$ 488,9 milhões no acumulado do ano, 64% a mais que em 2007, sendo R$ 177 milhões alocados no terceiro trimestre. Os altos volumes de investimento são voltados principalmente à ampliação da rede GVT, que saltou de 15 mil para 23 mil quilômetros no último ano.
Liderança na Portabilidade Numérica – Segundo dados da ABRTelecom, 14.302 usuários de telefonia fixa concluíram o processo de troca de operadora com a manutenção do número telefônico antigo no primeiro mês de implantação da portabilidade numérica. Deste total, 2.804 – ou cerca de 20% do total – são clientes que migraram para a GVT, que é a empresa líder em portabilidade entre operadoras fixas e celulares. Análise do perfil desses clientes aponta para uma conta média mais alta e um melhor mix de produtos com maior participação de clientes empresariais de pequeno e médio porte.
A portabilidade, em vigor em nove cidades de atuação da GVT na região de Londrina (PR), Goiânia (GO) e Campo Grande (MS), gerou um incremento médio de 45% nas vendas registradas nesses municípios no primeiro mês da medida. “Acreditamos que o comportamento de mercado irá se repetir nas demais localidades e a procura por produtos e serviços da GVT aumentará ainda mais conforme avançar a implantação da portabilidade numérica no país”, afirma o presidente da GVT. Ainda esse ano, outras 22 cidades da área de atuação da GVT entrarão na portabilidade, entre as quais Maringá (PR) em 10 de novembro de 2008, Florianópolis (SC) em 17 de novembro de 2008 e Salvador (BA) em 24 de novembro de 2008.
Expansão para o Nordeste – A expansão geográfica da empresa, que lançou operações em Salvador (BA) no dia 18 de setembro de 2008, e a primeira fase de implantação da portabilidade numérica a partir do início de setembro fortalecem seus planos de crescimento rentável. Nos nove primeiros dias de operação em Salvador, o mix adquirido pelos clientes soteropolitanos é superior ao registrado nas demais regiões – 88% das vendas envolve pacotes de telefonia fixa e banda larga com preferência por altíssimas velocidades de Internet.
Na capital baiana, 28% das vendas é de pacotes com o Turbonet MAXX Mega Flex, que oferece velocidades de 1 Mega durante o dia, em horário comercial, e de 3 Mega à noite e integralmente nos finais de semana. A adesão a esse pacote é de 19% sobre o total de vendas nas demais cidades de atuação da GVT.| www.gvt.com.br/ri.
Fonte: Portal Fator Brasil
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