Compare Produtos, Lojas e Preços

Se você é novo aqui, você pode se cadastrar em meu RSS feed. Obrigado pela visita!

O Google é uma das ferramentas mais inteligentes que eu conheço, mas há algum tempo, uma discussão levanta a hipótese de que ele (o Google) nos faz burros.

Isso mesmo. O uso indiscriminado da ferramenta mais utilizada no mundo hoje (é um chute, amigos) poderia nos transformar em verdadeiros songa-mongas, para não usar qualificações mais pejorativas.

O argumento é sustentado por Nicholas Carr, figurinha conhecida de quem navega pelo webspace. Segundo ele, o internauta perderia facilmente a atenção devido aos links proporcionados nas páginas de busca.

Se você iniciar uma pesquisa aberta sobre quem foi o artilheiro da seleção brasileira na copa de 70, facilmente acabará em um site contando quantos quilos o Ronaldo Fenômeno engordou nas últimas semanas.

Ou seja, a complexa rede de links nos levaria para bem distante dos nossos objetivos e também prejudicaria a atenção ao longo do tempo, condicionado o cérebro a evitar textos mais extensos.

A tese não propõe o abandono da leitura. Pelo contrário, a cada dia aumentamos mais e mais nossos índices, apenas estaríamos deixando para trás o clássico método linear, de uma página após a outra, de um livro após o outro.

Somos convidados a pular de informação em informação, sem muita lógica. Ou melhor, de acordo com a nossa própria lógica. Como, atualmente, somos obrigados a saber de tudo um pouco, desde o que é e como funcionará a TV Digital, sobre o que é ser ecologicamente responsável, como aplicar corretamente na bolsa de valores, os últimos conceitos de logística, até a descoberta mais recente para uma vida saudável, a lógica dos links nos é de extrema utilidade.

Partidários mais radicais da idéia de Carr afirmam ainda que o livro desapareceria, nesse cenário. Ou talvez fossem condenados às bibliotecas e lá ficariam intocáveis, procurados apenas por curiosos turistas de eras passadas.

De qualquer forma, é inegável que estamos vivendo uma transformação na forma como buscamos conhecimento. Os argumentos são coerentes, embora não sejam claros o bastante para dizer como ficaríamos mais burros, pois apenas propõe uma maneira diferente de busca do saber. Isso não elimina ou diminui a capacidade de pensamento e análise. Sabe como eu seu disso? Pesquisei no Google.

Dando a letra

CRF: O Conselho Regional de Farmácia do Rio Grande do Sul oferece vaga em cadastro-reserva para jornalista, com salário inicial de R$ 1.375,29. É necessário experiência de seis meses, e as inscrições estão abertas até 22 de setembro. Edital e informações no site www.fundatec.com.br.

Aeronáutica: O concurso para admissão de oficiais da Aeronáutica tem oito vagas para profissionais de Jornalismo, sendo seis para lotação em Brasília, e duas para o Rio de Janeiro, com inicial de R$ 4.800. As inscrições já estão abertas e vão até 19 de setembro, conforme edital publicado em www.ciaar.com.br.

Curso: Estratégias de Assessoria de Imprensa, com três meses de duração. Com aulas aos sábados de manhã, é focado nas relações com a mídia e gerenciamento de crises. Começa dia 27 de setembro e vai até 13 de dezembro em seis cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. Informações: cursos@comunique-se.com.br

Curso II: Comunique-se Cases de Comunicação Corporativa. Em sua quarta edição, tem a duração de dois dias (25 e 26 de setembro). Neste ano, terá 10 apresentações de 40 minutos que tratam não apenas de situações de crise, mas também de comunicação interna e conquista de mídia espontânea por meio de idéias inteligentes. Sabe qual é um dos cases abordados? Isso mesmo. O Google. Informações: cursos@comunique-se.com.br.


Fonte: Baguete

Outros links: MP3, iPod, celulares, notebooks, cameras

Compartilhe nos Sites Sociais:
  • Digg
  • del.icio.us
  • Netvouz
  • description
  • ThisNext
  • MisterWong
  • Wists
  • Google
  • Technorati